quinta-feira, 20 de dezembro de 2012


Ser bailarina nos dias de hoje
Ser bailarina é realmente um Dom… posso dizer até mesmo uma necessidade. Pois é impossível imaginar uma bailarina sem ao mesmo tempo personifiá-la como doce,delicada, enacantadora, linda, feminina…
Isso me faz pensar num ponto importante que podemos observar nos dias de hoje: A “masculanização” da mulher; Esse termo não existe fui eu que o criei nesse momento, com ele quero dizer que em tempos atuais onde a mulher ocupa cada vez mais um espaço antes só ocupado pelo homem, caímos na infelicidade de não perdemos, mais sim de ocultarmos um pouco a nossa feminilidade. E também os homems caem na tentação de não nos vermos mais tão delicadas e assim nos tatra-mos comum a seus amigos… isso me mantém em vigilância de mim mesma. Quem me conheçe sabe, que meu temperamento é forte, luto, vou em busca do que quero, conquisto! E as vezes me vejo com comportamento masculino. Mais há um lugar onde sou totalmente mulher, esse lugar é o ballet. Lugar onde precisamos estar arrumadas, maquiadas, sempre delicadas nos movimentos, postura, passos… eu me recarrego, eu me descubro mulher novamente a cada aula e tbm cada vez que sou chamada de bailrina sabendo que quem assim me chama me personifica como um ds jeitos mais belos de ser mulher.
Feliz dia 8 de março, dia da mulher, a todas as mulheres! sobretudo as bailarinas!
Ser bailarina nos dias de hoje
Ser bailarina é realmente um Dom… posso dizer até mesmo uma necessidade. Pois é impossível imaginar uma bailarina sem ao mesmo tempo personifiá-la como doce,delicada, enacantadora, linda, feminina…
Isso me faz pensar num ponto importante que podemos observar nos dias de hoje: A “masculanização” da mulher; Esse termo não existe fui eu que o criei nesse momento, com ele quero dizer que em tempos atuais onde a mulher ocupa cada vez mais um espaço antes só ocupado pelo homem, caímos na infelicidade de não perdemos, mais sim de ocultarmos um pouco a nossa feminilidade. E também os homems caem na tentação de não nos vermos mais tão delicadas e assim nos tatra-mos comum a seus amigos… isso me mantém em vigilância de mim mesma. Quem me conheçe sabe, que meu temperamento é forte, luto, vou em busca do que quero, conquisto! E as vezes me vejo com comportamento masculino. Mais há um lugar onde sou totalmente mulher, esse lugar é o ballet. Lugar onde precisamos estar arrumadas, maquiadas, sempre delicadas nos movimentos, postura, passos… eu me recarrego, eu me descubro mulher novamente a cada aula e tbm cada vez que sou chamada de bailrina sabendo que quem assim me chama me personifica como um desses jeitos mais belos de ser mulher.

Nenhum comentário:

Postar um comentário